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Após 10 anos sem atualização, resultados expressivos são obtidos em São Miguel do Oeste - SC

Gustavo Fornel
Acima podemos visualizar em rosa, os imóveis em que foram constatadas ampliações de área construída e em azul, os que passaram de territorial para predial. Ao todo foram identificados aproximadamente 3.200 imóveis com alterações.

Acima podemos visualizar em rosa, os imóveis em que foram constatadas ampliações de área construída e em azul, os que passaram de territorial para predial. Ao todo foram identificados aproximadamente 3.200 imóveis com alterações.


05 de março de 2020 Gustavo Fornel

A Geodados Geoprocessamento e Serviços Aéreos Especializados Ltda foi contratada no final de 2017 para atualizar os dados do cadastro imobiliário e mobiliário com uso de geoprocessamento. No decorrer do projeto, a quantidade de imóveis cadastrados passou de 19.612 para 23.273, o valor de lançamento anual de IPTU aumentou de 5,3 para 7,4 milhões de Reais e o valor da taxa de lixo, que leva em conta o uso e tamanho do imóvel, passou de 2,9 para 3,5 milhões de Reais.

Leia abaixo trechos do que os gestores disseram sobre os resultados dos trabalhos realizados:


“A intenção da administração em contratar o Georreferenciamento, surgiu a partir que nós assumimos a administração em 2017. Identificamos que existiam muitos imóveis com áreas defasadas que tinham cadastros desatualizados, e então sentamos juntos com a equipe técnica, com o prefeito, com a administração e decidimos que seria importante contratarmos um sistema para fazer o recadastramento de todos os imóveis. Pudemos identificar em torno de 3.200 imóveis com irregularidades, incluindo novos imóveis que não estavam em nosso cadastro. Conseguimos também identificar o uso dos imóveis, se é indústria ou comércio. Então é uma ferramenta, que nos auxilia muito, e com certeza aumentando a receita do município, possibilita também fazer novos investimentos...”



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Para nós facilitou muito, porque antes da Geodados  tínhamos um mapa, com detalhamento das quadras, então quando precisávamos localizar um imóvel, íamos naquele mapa, pesquisávamos o número da quadra, abríamos o sistema de tributos, pesquisávamos o código da pastinha, daí íamos lá naquele computador para buscar as imagens do loteamento, e outros documentos inerentes àquele imóvel. Hoje nós temos tudo em um único sistema, você clica em cima do imóvel e já consegue ver todos os documentos que estão no cadastro.”






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“Nós conseguimos verificar muitas ampliações que haviam sido feitas, as vezes é no fundo do terreno, um local onde que o fiscal passando na rua não consegue visualizar, então com a imagem aérea facilitou bastante. Outra coisa são as características dos imóveis. Há muitos imóveis que eram mais antigos ou as vezes de madeira, que ao longo do tempo a pessoa reformou, alterou, e isso só com uma imagem aérea também não dá pra verificar, daí como tem as imagens frontais, nós conseguimos acertar isso. Até pra questão de verificar a numeração de casa, que às vezes não tem no nosso sistema.”


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Confira vídeo completo sobre o trabalho realizado em São Miguel do Oeste-SC 















05 de setembro de 2019

Barretos lança 77 milhões após atualização do cadastro imobiliário.

Para fazer frente a crescente demanda orçamentária do município, a Prefeitura de Barretos, vem periodicamente tomando ações de atualização do valor venal imobiliário, a fim de aumentar as receitas oriundas do IPTU, ITBI e ISSQN.

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05 de maio de 2017

Georreferenciamento torna gestão municipal mais eficiente em Pará de Minas

É comum ver o geoprocessamento relacionado com o aumento de arrecadação tributária, mas Pará de Minas mostra na prática que essa tecnologia vai muito além. O município disseminou o uso às secretarias e colhe bons resultados.

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06 de março de 2017

Cambuí usa geoprocessamento no combate à recessão econômica

O aumento da arrecadação por meio do geoprocessamento deu condições à prefeitura de Cambuí enfrentar as dificuldades financeiras em 2016. Com o trabalho, a receita municipal teve aumento real de 23% com ISSQN e de 41% com IPTU.

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25 de fevereiro de 2015

Araras investe em geoprocessamento para recuperar 50 milhões de reais

As ações desenvolvidas em Araras contribuíram para que o valor venal territorial urbano quadruplicasse. Passou de R$ 1,2 bi em 2013 para R$ 4,5 bilhões em 2014. Cadastro imobiliário constatou aumento de 30,24% de área construída.

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